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O Lobisomem - Notas Complementares:
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Nomes comuns: Lobishomem, Licantropo, Quibungo, Capelobo,
Kumacanga (Pará), Curacanga (Maranhão), Hatu-Runa (Equador - América do Sul),
El Chupasangre (Colômbia), Loup-garou (Europa), etc.
Origem Provável: É Grego, mas se tornou Mito universal. Na Roma antiga já era mencionado pelo historiador
Plínio. Além de lobo, na Europa, ele pode se transformar também em Jumento, Bode ou
Cabrito Montês. Nas versões latina (romana) e grega, ser Lobisomem é um castigo.
Sua forma mais comum é um animal vulpino alto, com grandes orelhas. O Lobisomem Gaulês conserva as extremidades
humanas e a cabeça de lobo.
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Na África a mulher pode se tornar hiena ou pantera. Na China, loba. Na Armênia também, por penitência de pecado mortal.
Nas Américas não há Lobisomem feminino.
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O processo de encantamento e cura:
Não há muita diferença entre o do resto do mundo e o nosso.
Para transformar-se todos se espojam numa encruzilhada. O primeiro cantar do galo o fará voltar ao
local para se tornar humano. Ele é invulnerável a tiro. Só uma bala untada com
cera de vela que queimou em 3 missas de domingo ou Missa-do-Galo, na noite do Natal, pode ferí-lo.
Qualquer pequeno ferimento do qual saia pelo menos uma gota de sangue, também o desancanta.
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