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O Caipora e suas variações pelo Brasil
É visto como um deus que protege as florestas. É crença que, quando se aproxima uma tempestade,
ele costuma bater nos troncos das árvores, para ver se estão firmes para suportar o mau tempo.
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No Amazonas, geralmente é um tapuio pequeno, de 4 palmos. Nas regiões de Santarém, Rio Negro e
Tapajós, ora é calvo, ora de cabeça pelada e corpo peludo, ou com um olho só; pernas sem articulações e
sem orifícios para as excreções.
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Em sua viagem para o sul o Curupira passa a se chamar Caapora, Caiçara, Zumbi, e é amigo dos
cães e porcos-do-mato. Em Pernambuco só tem um pé. Do Maranhão ao Espírito Santo chama-se Caipora.
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Curupira, corpo de menino - de Curu abreviação de Curumi e Pira corpo.
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No geral, no Nordeste e Norte do Brasil, o Curupira é A Caipora, e gosta de aguardente e fumo. Nas
matas do Pará, Amazonas e Acre, a Caipora moderna, aceita comércio amoroso com os homens. Mas quem a trai
leva uma surra de cipó espinhento. No Nordeste, a Caipora, que é mulher, monta o porco-do-mato e ressuscita
os animais abatidos.
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