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Fantasma do ciclo das assombrações criadas para assustar crianças, para fazer parte
dos seus pesadelos noturnos. É do sul de Minas Gerais. Amedronta as crianças que choram, as
teimosas e as malcriadas. Anda envolto em longa esteira de folhas de bananeira, ronca como
se fosse um porco e dança de forma compassada enquanto caminha; às vezes gira.
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O nome é um vocábulo africano, Bantu na verdade, e teria como significado uma espécie
de canto ou dança africana à exemplo do Lundu[1].
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Há uma quadrinha que diz:
Êvém o Chibamba, nêném, ele papa minino, cala a boca!...
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O Chibamba vestido de folhas de bananeira e dançando, lembra a África de onde o nome
é originário. Em Angola e Congo ainda os negros, em suas tradições festivas e folclóricas, dançam
vestindo elaboradas roupas feitas de folhas, ramos e galhinhos de plantas locais.
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[1] Espécie de dança nativa africana.
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