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A tradição é a mesma na Europa. Em Portugal é um molho de fios. Na Itália mata-se um
cachorro e a Bruxa é obrigada a contar os cabelos do animal.
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Com uma foice molhada na água benta ou outra lâmina, como uma faca, de forma compassada, de meia-noite ao
primeiro cantar do galo, deve-se ferir o ar em volta do berço onde dorme a criança que
está sendo sugada pela Bruxa.
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Ao fazer isso, um golpe pode acertar a Bruxa e assim ela perde o encanto, isso quebra suas
forças, e ela retoma sua forma humana e fraca.
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Em outros estados, Minas Gerais, estado do Rio de Janeiro, Goiás, a Bruxa se
transforma em borboleta noturna, uma espécie amarelada que aparece quando o sol se põe.
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Diz-se que a Bruxa é a sétima filha. Sempre aparece em torno do número Sete, que tem
um forte apelo místico desde o tempo dos magos Caldeus.
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