Ele adora fazer pequenas travessuras, como esconder brinquedos, soltar
animais dos currais, derramar sal nas cozinhas, fazer tranças nas crinas dos cavalos, etc.
Diz a crença popular que dentro de todo redemoinho de vento existe um Saci.
Dizem que Ele não atravessa córregos nem riachos.
Diz a lenda que, se alguém jogar dentro do redemoinho um rosário de mato bento ou uma peneira,
pode capturá-lo, e caso consiga pegar sua carapuça, pode realizar um desejo.
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Alguém perseguido por ele, deve jogar em seu caminho cordas ou barbantes com nós. Ele então
irá parar para desatá-los, e só depois continua a perseguição, o que dá tempo
para que a pessoa fuja. Aqui, percebe-se a influência da lenda da Bruxa
Européia, que é obrigada a contar os fios de um feixe de fibras, antes de entrar nas casas.
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Do Amazonas ao Rio Grande do sul, o mito sofre variações. No Rio Grande ele é um menino de uma
perna só, que adora atormentar os viajantes noturnos, fazendo-os perder o caminho. Em São Paulo é
um negrinho que usa um boné vermelho e freqüenta os brejos, assustando os cavaleiros. Se o
reconhece o chama pelo nome, e então foge dando uma espetacular gargalhada.
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